Diabetes Tipo 2 Diagnóstico e Fatores de Risco

O diabetes tipo 2 é uma doença crônica, que se relaciona com a obesidade e com hábitos de vida não saudáveis, como dieta inadequada além..


O Diabetes mellitus Tipo 2 é uma doença muito comum no Brasil e no mundo e decorre da insuficiência na secreção de insulina ou insensibilidade das células em reagirem a presença deste hormônio. Isto acontece sobretudo pela hiperglicemia, aumento de glicose no sangue, que está fortemente relacionada a obesidade.

Com muito açúcar no sangue, as células beta pancreáticas produtoras de glicose sofrem uma hiperestimulação, causando prejuízos na secreção do hormônio, que tem como função transportar glicose para as células. É uma doença muito prevalente, mas muito grave quando não tratada. Hoje em dia dispomos de uma série de medicamentos e esclarecimentos que podem ajudar muito na qualidade de vida do diabético.

Sintomas do Diabetes

O diabetes é uma doença que pode ser assintomática, porém frequentemente refere-se perda de peso, muita sede, muita fome e urinar várias vezes por dia. A vida do diabético Tipo 2 pode ser marcada por uma predisposição genética importante, ou até mesmo pela qualidade da dieta que é muito rica em carboidrato.

Pessoas que não têm diabéticos na família e comem muito carboidrato e doces podem e são afetados pela doença.  De início insidioso, cursa com várias manifestações clínicas a longo prazo, como lesão renal, lesão ocular e lesão neurológica. Além disso, pode causar feridas sobretudo nos membros inferiores, difíceis de serem cicatrizadas. É uma das doenças que mais se têm registros de amputação em todo o mundo.

Fatores de Risco

Algumas pessoas têm mais chance de adquirirem o diabetes tipo dois. A disfunção não é contagiosa, acontece mais em pessoas com colesterol HDL baixo, pessoas acima de 45 anos, quem tem histórico familiar da doença, quem tem hipertensão, alcoólatras, sedentários e quem já teve diabetes gestacional anterior.

De ante mão a prevenção do diabetes já é fácil de deduzir: dieta pobre em carboidratos, exercícios físicos aeróbicos regulares.

Diagnóstico do Diabetes Mellitus Tipo 2

No Brasil, o diagnóstico é feito pela glicemia de jejum maior que 126mg/dL, pedido no exame de sangue. Apenas um valor não é o suficiente para diagnóstico. Por isso, um exame confirmatório posterior deverá ser realizado.

Exame Diabetes Tipo 2

Em alguns lugares do mundo já se diagnostica diabetes mellitus tipo 2 por conta da hemoglobina glicosilada maior que 6,5. O benefício da hemoglobina glicosilada é que esta traça um perfil de glicemia do indivíduo no decorrer dos últimos 3 meses.

Diabetes mellitus tipo I x Diabetes mellitus tipo 2

Diferencia-se do diabetes mellitus tipo 1 (antigamente chamado juvenil) pela clínica distinta. O diabetes tipo I já chega numa fase aguda, numa situação chamada cetoacidose diabética.

Diabetes tipo I é uma doença de natureza idiopática ou autoimune, que consiste na destruição das células produtoras de insulina no pâncreas pelas próprias células do indivíduo. Com isso, não há produção de insulina e a pessoa ficará dependente deste hormônio para o resto da vida, recebendo-o diariamente de forma exógena (injeções subcutâneas).

Tratamento do Diabetes

O tratamento do diabetes tipo I como já foi dito está relacionado a mudança no estilo de vida, com dietas saudáveis, pobres em carboidratos e gorduras. Além disso, exercícios físicos regulares e controle do peso. O tratamento medicamentoso inicial é feito pela Metformina.

Alimentação Diabetes Tipo 2

Este medicamento é um dos mais completos que existe, deixando o indivíduo numa fase euglicemiante, ou seja, sem riscos de chegar a uma hipoglicemia (falta de açúcar no sangue), que acontece com a introdução da maioria dos outros medicamentos. Podem-se usar também outras classes caso a glicemia não fique abaixo da meta estipulada (100 mg/dL), como as sulfonilureias.

Nos casos em que as medicações não estão trazendo efeito, a pessoa poderá usar insulina de forma injetável. As mais conhecidas são a NPH e a regular. Devem ser aplicadas antes de cada refeição e o indivíduo usa o glicosímetro (aparelho para fazer o exame na hora) para verificar a glicemia. Uma vez usando insulina, para sempre usará insulina.

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Sobre o autor: Grazielle Dias cursou moda na IED BRASIL no Rio de Janeiro, morou 2 anos em Milão na Itália quando seus pais foram transferidos para presidir uma multinacional e hoje trabalha com artigos voltados para o publico feminino com dicas de moda e tudo que faça parte do mundo feminino. Mais deste autor.

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